Rosa é de menina?
Em 1918, uma revista do setor infantil recomendava rosa para meninos e azul para meninas. A história de como as cores ganharam gênero, e por que isso é marketing, não natureza.
Se vestir para ser vista é liberdade?
A minissaia dizia: é meu. A hipersexualização diz: é seu, se der like. Do male gaze de Laura Mulvey ao feed, uma matéria sobre para quem a gente se veste.
Beleza sem ética ainda é beleza?
Estética sem ética vira cenário. Ética sem estética não convoca ninguém. Por que a moda vive nessa tensão, e o que muda quando o desejo passa a vir junto com uma pergunta: quem fez, como fez, a que custo?

